Boas práticas para acertar na classificação de risco de ações e provisionamento

Boas práticas para acertar na classificação de risco de ações e provisionamento

classificação de risco de ações e provisionamento

 

Adotar boas práticas para evitar que falhas ocorram na classificação de risco de ações e provisionamento traz benefícios e impede perdas financeiras tanto para o escritório de advocacia quanto para os clientes. Do ponto de vista do escritório, boa parte do reconhecimento de mercado que possui vem da quantidade de êxitos que conquista em suas ações, bem como a parte mais interessante da remuneração com os ganhos mais expressivos. Diante disso, a classificação da probabilidade dá ao escritório um horizonte do que pode acontecer em termos de “portfólio” e também de receitas a médio e longo prazo.

Pelo lado dos clientes, é preciso ter probabilidades de risco e estimativas de valores que vão ajudar no provisionamento, na auditoria e na tomada de decisão sobre as opções de manter a ação ou buscar um acordo. Assim, é importante que um sistema tenha campos para a classificação de uma ação tanto pela probabilidade de êxito ou não, quanto pelo possível passivo ou crédito decorrente disso. Os critérios para a classificação de riscos devem ser discutidos entre as partes e posteriormente seguidos no preenchimento dos campos do sistema para que os relatórios possam ser confiáveis e úteis.

O provisionamento estima o quanto será desembolsado quando da execução da sentença, enquanto a classificação de risco indica a probabilidade de que isso aconteça. O advogado tem papel essencial neste processo. Primeiro, por causa de sua experiência e seu conhecimento da lei que poderão ajudar a definir um parâmetro inicial dos valores a serem estimados. E segundo porque as informações que ele insere no sistema integrado utilizado pelo escritório servirão de base para formalizar o provisionamento a partir do histórico de ações e jurisprudências.

A definição dos valores de provisionamento precisa ser equilibrada. Dependerá muito da experiência do advogado somada ao controle das informações feito pelo escritório com o auxílio de um software jurídico. A partir disso, não haverá um valor muito acima nem um muito abaixo do necessário. O grande segredo aqui é estar o mais próximo da realidade, para que a provisão não seja nem muito acima (o que congela recursos e prejudica resultados) e nem muito abaixa (o que deixa financeiro e contabilidade da empresa à descoberto).

A melhor forma de evitar que este problema ocorra é investir no controle correto das informações. Isso não só para o uso interno da equipe do escritório, mas porque o trabalho geralmente é compartilhado em forma de relatórios com auditores e contadores, no caso de clientes como empresas de médio porte ou grandes conglomerados. Aliás, outra vantagem de ter as informações todas organizadas também é relacionada ao tipo de empresa – capital aberto ou fechado, por exemplo – e isso também pode influenciar na definição dos valores do provisionamento.

Dúvidas sobre classificação de risco de ações e provisionamento? Fale conosco e saiba como o Vios Jurídico pode ajudar a tornar a tarefa mais eficiente.

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